segunda-feira, 4 de julho de 2011

vou tatuar a palavra alegria na aorta e lembrar que a festa é de graça e que eu gosto de dançar até amanhecer. Se não tiver ninguém, eu danço só, olhando prá dentro e lá não fico sozinha nunca

5 e algo e muita coisa por fazer... muito para abandonar... reeducação emocional.Então, saber que nada foi sério me mata um pouco. Tanta mentira...tanta inércia... O que fica é a noção de que sou capaz de amar tragicamente. Ou era. Não há uma só célula que não tenha seguido o coração. Sou obstinada ou estúpida? Era. Porque hoje eu quero assinar um desses documentos lavrados em cartório que me eximam de qualquer resquício desse sentimento nocivo. Quero ter algo concreto que me alforrie. Mudar os gostos, acabar com esse sabor de sangue parado, velho. Aqui, o fim não é começo de nada. É o fim mesmo. Ponto final

sábado, 2 de julho de 2011

é isso

Três
Marina Lima
Composição: Marina Lima/Antonio Cicero
Um
Foi grande o meu amor
Não sei o que me deu
Quem inventou fui eu
Fiz de você meu sol
Da noite primordial
E o mundo fora nós
Se resumia a tédio e pó
Quando em você
Tudo se complicou

Dois
Se você quer amar
Não basta um só amor
Não sei como explicar
Um só sempre é demais
Pra seres como nós
Sujeitos a jogar
As fichas todas de uma vez
Sem temer naufragar

Não há lugar pra lamúrias
Essas não caem bem
Não há lugar pra calúnias
Mas por que não nos reinventar?

Três
Eu quero tudo que há
O mundo e seu amor
Não quero ter que optar
Quero poder partir
Quero poder ficar
Poder fantasiar
Sem nexo e em qualquer lugar
Com seu sexo junto ao mar

quarta-feira, 29 de junho de 2011

mais uma coisa para vomitar

- hang loose com as duas mãos e um "e aí bróder"? (jatos de vômito verde)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

5 coisas prá vomitar:

- pessoas que me chamam de "bróder" e NÃO são minhas amigas;
- gente que olha por cima de mim porque está vendo algo mais interessante do outro lado;
- cheiro de cigarro molhado;
- bofe que acha que eu sempre farei parte do harém eterno dele só porque ficou algumas vezes comigo e caí na bobeira de amar esse infeliz um dia;
- gente que fica anos sem me ver e acha que me conhece em detalhes.

domingo, 26 de junho de 2011

Tenho que aprender a jogar a toalha quando a luta não valer um vaporzinho de suor. Silenciar o irremediável.

sábado, 25 de junho de 2011